
Uma rodovia com asfalto bem conservado é sinônimo de mais segurança para o trânsito, conforto aos usuários e desenvolvimento econômico para o estado. É partindo dessa premissa que a Superintendência de Obras Públicas (SOP), órgão responsável pelas rodovias estaduais, direciona esforços para executar manutenções periódicas, modernizar e expandir as estradas que compõem a malha viária do Ceará.
Um trabalho cujos resultados podem ser observados nos números do último Levantamento Visual Contínuo (LVC), avaliação realizada anualmente, entre os meses de agosto e novembro, sobre as condições das rodovias estaduais. Segundo constatado no estudo, em 2023 o Ceará possui 9.117,40 km de estradas estaduais pavimentadas. Desta extensão, 95,24% apresenta qualidade boa ou regular.
Considerando apenas o conceito “bom”, que pontuou com 81,72% no período, houve um aumento de 170 km de rodovias, no comparativo entre 2022 (7.276,57 km) e 2023 (7.450,74 km).
“O Ceará tem uma das malhas viárias com revestimento asfáltico mais amplas entre os estados brasileiros. São 9.117 km de estradas pavimentadas de um total de 12.625 km, além dos mais de 400 km de obras rodoviárias em andamento pelo programa Ceará de Ponta a Ponta. São investimentos de um custo considerável para o Estado, mas que refletem positivamente na economia e desenvolvimento das regiões cearenses”, ressalta o titular da SOP, Quintino Vieira.
Ainda segundo o LVC, em 2023, a malha viária cearense atingiu o menor percentual de rodovias com conceito ruim ou péssimo (4,76%) dos últimos 20 anos. “No geral, obtivemos o maior percentual de qualidade para as estradas concentradas na Região Metropolitana de Fortaleza (RMF), enquanto o menor percentual encontra-se no Maciço de Baturité e parte do Sertão Central”, avalia Filipe Braid, consultor do setor de Rodovias da SOP.
Novas políticas e investimentos do Governo do Ceará para a malha rodoviária são direcionados para áreas estratégicas e com maior demanda, de acordo com os apontamentos do LVC. “A importância do LVC está no diagnóstico preciso que esse estudo nos fornece, o que vai nortear futuras ações e investimentos do governo para as estradas cearenses. Ele se baseia em normas e procedimentos já vigentes para o âmbito federal, estabelecidos pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), porém adaptados para a realidade da nossa malha”, detalha Filipe.







