
Equipe Focus
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A Coca-cola e outras 58 fabricantes de refrigerante que integram a Associação Brasileira das Indústrias de Refrigerantes (Abir) cobram ao Governo o resgate de subsídio, que foi cortado em maio deste ano para compensar a redução do diesel durante a greve dos caminhoneiros. O setor projeta impactos de R$ 6 bilhões nas vendas e corte de 15 mil empregos diretos. A pauta foi levada a Temer no fim de junho deste ano pelo presidente da entidade, Alexandre Jobim. As informações são da Folha de S. Paulo.
Conforme apuração do Jornal, a Coca ameaça suspender a produção da fábrica na Zona Franca de Manaus caso o presidente da República não reavalie a medida. Um diálogo neste sentido teria ocorrido na última terça-feira, 13, em encontro entre Henrique Braun, presidente da empresa no Brasil, e o secretário da Receita Federal, Jorge Rachid.
A Folha apurou que a Coca-cola cogita sair do Brasil e instalar a produção em um país com incentivos ficais. No entanto, quando procurada pelo Jornal, a fabricante de refrigerantes disse que não planeja deixar Manaus. Já o Governo não aposta na saída e acredita que a empresa perderia vantagens como descontos no Imposto de Renda.







