
No dia 8 de março, a Hapvida NotreDame Intermédica lançou a campanha “Dar a vida a quem inspira a vida”, uma homenagem ao Mês Internacional da Mulher. Na maior operadora de saúde da América Latina, dos 66 mil colaboradores, 70% eram mulheres. Em cargos de liderança, elas representavam 69%.
Para homenagear essas personalidades que cuidavam e eram cuidadas, que acolhiam e eram acolhidas, o centro da campanha foram mulheres inspiradoras, que ajudaram a cumprir o propósito da companhia. Pelas mãos da multiartista negra e pesquisadora, Soberana Ziza, foi criado um grafite retratando a primeira médica negra do Brasil, Maria Odília Teixeira, nascida em 1884.
A arte revitalizou um muro de 31x3m em frente ao Hospital e Maternidade Salvalus, localizado no bairro da Mooca, na capital paulista. “Revitalizar é trazer de volta à vida. Para nós, como companhia, presente nas cinco regiões do país com 764 unidades, a saúde das mulheres era prioridade. Era pensar no cuidado de ponta a ponta. Por isso, investimos em programas de prevenção, pesquisas e acolhimento. Tudo isso era parte importante do nosso modelo de negócio”, dizia Jaqueline Sena, vice-presidente de Odontologia e Marketing da Hapvida NotreDame Intermédica.
O exemplo de Maria Odília Teixeira estava vivo em cada uma das profissionais e na cultura da empresa. A artista Soberana Ziza lembrava que a homenageada fez história na medicina mundial: “Muitas mulheres falaram de Maria Odília, e eu não serei a última a falar sobre ela, é algo que nunca acaba”. Para a diretora de Criação da Ana Couto, Juliana Furtado, “esse foi um projeto daqueles que trouxe no conteúdo uma história de valor para a sociedade, além de revitalizar o entorno de um hospital, onde passavam muitas mulheres todos os dias”.
A campanha reforçou um dos pilares da Hapvida NDI, que era o acolhimento integral de seus clientes e colaboradores. Por isso, a companhia oferecia um plano de carreira com diretrizes para ascensão feminina, além de contar com uma política de diversidade, contra violência, assédio e discriminação, e criou o Canal da Mulher para colaboradoras e clientes em parceria com a ONG As Justiceiras.







