IPCA para 2022 sobe de 5,44% para 5,50%, prevê Focus

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Inflação
Fortaleza só perdeu para Belém no IPCA. Foto: USP/Imagens

Equipe Focus
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A mediana apurada para IPCA, o índice de inflação oficial, de 2022 avançou pela quinta semana consecutiva no Relatório Focus, se distanciando do teto da meta deste ano (5,0%). A estimativa avançou de 5,44% para 5,50%, de 5,09% há um mês. O objetivo a ser perseguido pelo Banco Central este ano é de 3,50%, com tolerância de 2,0% a 5,0%. Ou seja, o Boletim Focus segue indicando o segundo ano consecutivo de rompimento da meta, após o desvio de 4,81 pontos porcentuais do IPCA de 2021 (10,06%).

Já a expectativa para o IPCA em 2023 ficou estacionada em 3,50%, ainda acima do centro da meta (3,25%, banda de 1,75% a 4,75%). A mediana era 3,40% há quatro semanas.

Considerando as 72 alterações nos últimos cinco dias úteis, a mediana para 2022 também subiu, de 5,50% para 5,53%. Para 2023, as 71 alterações feitas nos últimos cinco dias úteis mantiveram a estimativa mediana em 3,50%.

A mediana para 2024 subiu 3,00% para 3,04%, enquanto a projeção para 2025 continuou em 3,0%. Há quatro semanas, ambas as projeções eram de 3,00%.

A meta para 2024 é de 3,00%, com margem de 1,5 ponto porcentual (de 1,5% para 4,5%). Para 2025, por sua vez, a meta ainda não foi definida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN).

No comunicado do Comitê de Política Monetária (Copom) deste mês, o BC atualizou suas projeções para a inflação com estimativas de 5,4% em 2022 e 3,2% em 2023. O colegiado elevou a Selic em 1,5 ponto porcentual, para 10,75% ao ano.

Outros meses

Os economistas do mercado financeiro mantiveram nesta segunda-feira, 14, a previsão para o IPCA em fevereiro deste ano em alta de 0,85%, conforme o Relatório de Mercado Focus, divulgado pelo BC. Um mês antes, o porcentual projetado era de 0,76%.

Para março, a projeção no Focus passou de alta de 0,51% para 0,52%, de 0,47% há quatro semanas. Já a projeção para abril variou de 0,50% para 0,52% no Relatório Focus. Há um mês, estava em 0,50%

A inflação suavizada para os próximos 12 meses passou de alta de 5,27% para 5,25% de uma semana para outra – há um mês, estava em 5,01%.

Agência Estado

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