O Ceará cresce e segue as melhores tendências, por Maia Júnior

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O engenheiro Francisco Queiróz Maia Júnior é o nome mais influente e decisivo no desenvolvimento econômico do Ceará nas últimas três décadas. Embora as demandas pelo desenvolvimento premaneçam prementes, há o que comemorar.

Apesar da pandemia, o Ceará registrou um desempenho notável em 2021, com resultados econômicos não alcançados nas últimas duas décadas em questões como balança comercial, empregos e abertura de novos negócios.

A balança comercial foi a mais expressiva dos últimos 20 anos, com movimento de US$ 6,6 bilhões; e as vendas internacionais do agronegócio cearense totalizaram US$ 454,77 milhões – melhor resultado desde 1997.

Em 2021 também houve saldo positivo de 15,98 % na abertura de novas empresas (71.225), e foram gerados 84.119 mil empregos com carteira assinada – dados especialmente importantes pois implicam diretamente em maior renda para as famílias.

Nesse sentido, o Governo Camilo Santana lançou três versões do programa Ceará Veloz para fomentar a economia e o emprego. Também o Ceará 2050 – um planejamento que prioriza setores vitais ao desenvolvimento futuro.

Um futuro bem encaminhado, pois há uma série de iniciativas concorrendo para isso. O Ceará tem avançado em infraestrutura, recursos hídricos e possui uma rede de educação básica e superior competente e alinhada com as novas tendências econômicas.

Na Educação o Ceará tem posicionado escolas de ensino infantil, fundamental e médio entre as melhores do País. Tem mais de 320 mil matrículas no ensino superior e 122 escolas profissionalizantes.

Uma rede de educação bem distribuída no território – cerca 40 mil matrículas nas três universidades estaduais – e em frequente expansão, evidenciando que o Ceará investe em capital humano.

No que se refere a incentivos a negócios, houve aprimoramento do Fundo de Desenvolvimento Industrial (FDI); novas áreas estão sendo contempladas; a Agência de Desenvolvimento Ceará (Adece) foi modernizada; e criados os programas Ceará Credi e Mais Empregos.

As entidades que orientam ou decidem sobre abertura de negócios também foram agrupadas num único local, o Centro de Eventos. E sistemas foram digitalizados, sendo possível abrir uma empresa em questão de horas no Ceará, a partir de qualquer região.

Há uma vontade governamental clara para fomentar o empreendedorismo, pequenos negócios e inovação, com fundos e estratégias especialmente direcionados a esses setores – que têm participação importante na vida e na economia cearenses.

Também ações determinadas em infraestrutura e logística: o maior porto da Europa (Roterdã) é associado na operação do Pecém; e a alemã Fraport administra o aeroporto internacional de Fortaleza – prova da confiança de grandes companhias na capacidade do Ceará.

A capital cearense também é o segundo maior entroncamento de cabos óticos submarinos do mundo – além do cinturão digital, que faz chegar internet a todos os municípios. E há outras informações que apontam para um desenvolvimento consistente do Ceará.

O Ceará é muito promissor, por exemplo, em polos (hubs) de telecomunicações, logística portuária e aérea, possui uma zona de processamento e exportação (ZPE) e é pioneiro na produção de energias renováveis no Brasil.

E o PIB cearense também cresce acima da média nacional há anos. Crescimento que tende a ser realimentado com a transposição do São Francisco; a ferrovia Transnordestina; e a capacidade de gerar mais de 850 GW de energias solar e eólica.

Vocações econômicas tradicionais – têxteis, calçados o agronegócio – estão se reinventando e vão continuar de grande importância para a economia estadual. Contudo há uma transição econômica em curso no Ceará, com ênfase nas energias renováveis.

Entre 2019 e 2021, o Governo do Ceará assinou 33 memorandos de entendimento com grandes companhias – dos quais mais da metade em relação a energias renováveis e hidrogênio verde, com US$ 22,5 bilhões previstos em investimentos nos próximos dez anos.

Pelas razões citadas e pelos números mencionados as futuras gerações cearenses vão receber um estado mais qualificado para reduzir as desigualdades (ainda gritantes). Um trabalho contínuo, feito a várias mãos, que segue a melhores tendências e já está gerando frutos.

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