
No campo governista, o quadro permanece aberto. Na próxima semana, o PDT terá em mãos a pesquisa qualitativa que levantará atributos de cada concorrente. Enquanto isso, vai se pesando as afinidades entre quem tem poder de comando na sigla e os pré-candidatos. Cada veto é uma ficha jogada.
Somente uma reviravolta de grande envergadura permite que prospere a tese da candidatura de outro partido, como a de Nelson Martins (PT).
Sim, é o nome que o governador Camilo Santana trabalha com desenvoltura para emplacar, tirar Luizianne Lins do caminho e manter a aliança PT-PDT. Porém, há sinais de que Ciro Gomes é frontalmente contrário à ideia. Entre outros fatores, considera que não ficaria nada bem para o PDT passar a ideia que a opção por um nome de outra sigla se deu por não ter quadros.
O dia 12 é a data mais provável para a realização da convenção do partido. Sendo assim, considerando o histórico do modelo de escolha, o nome do candidato deve ser definido no dia 11.
Por falar em pesquisa, uma curiosidade: a publicitária Carla Cury vai fazer a campanha do PDT em Fortaleza. Cury trabalhou nas campanhas e gestões de Luizianne Lins (PT) e fez o marketing da campanha de Camilo Santana (PT) em 2018. (FC)







