Equipe Focus
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O Inpe (Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais) alertou, em relatório divulgado em julho, que o mês de agosto “certamente” teria mais incêndios no país, na comparação com agosto do ano passado. Segundo o boletim, a previsão trimestral, para o período de agosto a outubro, indicava “tendência de estiagem mais severa na Amazônia Central.”
Em agosto, até o dia 24, foram registrados 78.383 mil focos de incêndio no país, 84% a mais que no mesmo período de 2018 (42.546). Somente na Amazônia, foram 41.332 focos. Esse número representa 52% dos focos totais, o maior percentual já registrado para o bioma desde o início das medições do Inpe, em 2003.
Considerando que julho de 2019 foi mais seco que a média, a tendência esperada dos focos de queimadas no Brasil para o mês de agosto é de dentro a acima da média em relação à climatologia (47 mil focos) e certamente superior aos focos detectados em 2018, que foi um ano relativamente úmido”, aponta o documento, produzido pelo Programa de Monitoramento de Queimadas e Incêndios Florestais.







