
O cientista político Emanuel Freitas, no último Focus Colloquium, comandado pelo editor Fábio Campos, abordou a influência da mídia tradicional, como rádio e TV, nas campanhas eleitorais atuais, destacando a mudança no cenário com a ascensão das redes sociais e da tecnologia.
Como disse o especialista do Focus Poder, no passado, as coligações e o tempo de exposição na TV e no rádio eram fatores determinantes na estratégia eleitoral. “Quanto maior o arco de aliança, quanto maior a quantidade de partidos aliados, maior o tempo de TV do candidato”, lembrou.
Contudo, o cientista reforçou, como exemplo, que em 2018, o candidato Geraldo Alckmin tinha o maior tempo de TV, o que acabou sendo irrelevante na disputa, visto que o ex-presidente Bolsonaro, com poucos segundos, levou a melhor.
“Apesar do impacto significativo da TV e do rádio, especialmente com a transmissão de horários gratuitos e debates, a popularidade nas redes sociais oferece uma nova dimensão à campanha. Os candidatos com popularidade pré-existente em outras mídias podem superar a importância do horário eleitoral gratuito”, enfatizou.
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