
Um passarinho, que não é tucano, me contou que o quarteto que forma o núcleo duro do grupo que detém a hegemonia política no Ceará se reúne a partir desta noite de terça-feira, 09, para definir os rumos na disputa pela Prefeitura de Fortaleza. O quarteto: Ciro Gomes, Cid Gomes, Roberto Cláudio e Camilo Santana.
Caso o martelo não seja batido hoje, é provável que não passe desta quarta-feira, 9. O tempo urge e ruge. Trata-se de uma eleição atípica.
Nessa reunião do quarteto, há um elemento novo na mesa: as pesquisas qualitativas que exploraram a fundo os perfis dos cinco nomes que participaram dos debates do PDT. Sim, o candidato sai do grupo. As quantitativas, nesse caso, não têm grande importância. Afinal, não faz diferença entre um e outro começar a disputa com 1% ou 2%, que é a realidade do momento.
Com as pesquisas qualitativas nas mãos, há os outros elementos a considerar: identificação com o grupo, compromisso com o modelo de gestão, afinidades com cada um dos membros do quarteto (basta um veto e será fatal), fidelidade e outros pontos.
Há outro nome em paralelo que será consultado. Porém, a posteriori: Tasso Jereissati. A história do senador e a retomada da relação com os Ferreira Gomes obriga a deferência.
Nos últimos dias, perderam o vigor as conversas em torno de uma candidatura encabeçada pelo petista Nelson Martins.
A propósito, durante o feriadão, o ameno clima do alto da serra de Baturité foi fértil de conversas de membros do grupo. A ponto de, no domingo, Ciro Gomes se dirigir à casa na qual o prefeito Roberto Cláudio estava hospedado. (FC)







