
Equipe Focus
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O ministro-chefe da Controladoria-Geral da União (CGU), Wagner Rosário, disse nesta quinta-feira, 29, que a investigação preliminar sobre supostas irregularidades no contrato para a compra da vacina indiana Covaxin não encontrou indícios de sobrepreço de 1000% na oferta intermediada pela Precisa Medicamentos. A CGU também não identificou incongruências nos prazos processuais do contrato.
“Possíveis casos de corrupção e fraude continuam sendo investigados pela CGU e por outros órgãos”, disse Rosário, durante evento no Palácio do Planalto. O contrato para a compra das vacinas Covaxin começou a ser investigado depois de denúncias dos irmãos Miranda. Em entrevistas, ambos sugeriram que o presidente Jair Bolsonaro sabia de possíveis irregularidades nas negociações.
Na quarta-feira, 28, uma reportagem da CNN Brasil havia adiantado que o relatório do órgão indicaria que a a Precisa não ofereceu as doses por US$ 10 para depois fechar o contrato por US$ 15. Com informações do Estado de S. Paulo.






