Aborto é morte por definição

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Priscila Costa é jornalista e vereadora de Fortaleza pelo PRTB.

Por Priscila Costa
Post convidado
priscila.midia@yahoo.com.br

Não existe aborto sem morte. Dados do Ministério da Saúde mostram que o aborto está em quinto lugar na lista das principais causas de mortes de gestantes. A vida começa na concepção. Já, neste momento da inseminação, temos um ser humano, consagrado no nosso código civil. Ser a favor do aborto, portanto, é necessariamente ser contra a vida. É uma contradição, termos todos os nossos direitos assegurados, menos o direito à vida em qualquer estágio do ciclo vital.
Em países onde  é legalizado, como nos Estados Unidos,  aplica-se uma anestesia para que o feto não sinta a dor da morte no ato do aborto. Nesse aparente ato de civilidade está embutida extrema crueldade. Trata-se de uma execução sumária.
O argumento  que defende o aborto em situações em que  o bebê pode nascer com algum tipo de problema estrutural, também é falacioso. Como nos lembra a presidente do Movimento Brasil sem Aborto, Lenise Garcia, “negar à pessoa com deficiência o direito à vida, que é o primeiro de todos os direitos, constitui ato de enorme preconceito para com ela, desqualificando as suas capacidades e a sua dignidade”. Uma pesquisa estatística realizada na Polinésia Francesa, onde 66% da população teve zika, mostrou que somente 1% das crianças nascidas de grávidas afetadas teve microcefalia.
É cientificamente provado que a vida começa na concepção. Qualquer um que se perguntar como é feito o aborto, se parar para refletir, vai perceber a brutal violência. Seja por envenenamento ou por sucção, o feto acelera o coração, abre a boca, mexe as mãos. Morre por asfixia. Depois, são descartados como lixo. Conclui-se disso que a interrupção da gravidez, é, definitivamente, um ato de extermínio abjeto, cruel.
Diante desta realidade, aquele que defende o aborto está defendendo nada menos que o direito a praticar um homicídio onde a vítima não tem nenhuma possibilidade de defesa.
O direito à vida, antes de ser definido como “direito” é um princípio universal; o “não matar” é um princípio que antecede a religião, seja ela qual for; o corpo de um indivíduo lhe compete, porém, o ser que uma mulher carrega no ventre, não.
Mesmo a mulher não tendo o pleno controle  sobre o planejamento reprodutivo, ainda assim, se aconteceu a gravidez e se os motivos forem emocionais, psicológicos e financeiros para não cuidar da criança que  virá existe hoje uma enorme fila  de pessoas que desejam adotar o novo vivente.
Os argumentos que defendem o aborto  estão desprovidos de consciência de que a vida começa na concepção e de que abortar é matar. Por isso, eventos de conscientização em massa como a Marcha Pela Vida e Contra o Aborto são tão importantes na formação de uma consciência coletiva em defesa da vida.

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