
O deputado federal André Figueiredo (PDT) celebrou a decisão judicial que anulou a convocação da reunião que elegeu o senador Cid Gomes para a presidência do diretório estadual da legenda.
“Acho que a gente tem que celebrar acima de tudo a vitória da justiça”, disse. “Da justiça de se reconhecer que não pode se turvoar no arbítrio, na força, a direção de um partido de quem tem uma vida toda a ele. Então a gente trabalhou muito em 39 anos para fazer um PDT grandioso. Se não em quantidade, mas em qualidade”, desenvolveu Figueiredo. As informações são do Diário do Nordeste.
Na tarde de ontem, segunda-feira, 16, o senador se tornou o novo presidente da legenda no Estado com 48 votos e uma abstenção. Minutos depois, no entanto, a Justiça suspendeu a convocação da reunião que elegeu o senador.
“Ante o exposto, DEFIRO PARCIALMENTE A TUTELA DE URGÊNCIA solicitada na exordial e inaudita altera parte, com base no art. 300, caput do CPC, somente no sentido de suspender os efeitos do edital de convocação de reunião extraordinária do PDT/CE, que marcou eleição da nova executiva Estadual para o dia 16/10/2023 às 15h, ou caso já tenha sido realizada a reunião que se suspenda os efeitos da mesma, até ulterior deliberação deste juízo”, anunciava a juíza Maria de Fátima Bezerra Facundo, da a28° Vara Cível de Fortaleza, no texto. André Figueiredo, que assume novamente a presidência, estava representado por advogado.
O texto, em vista disso, confirma que a convocação da reunião extraordinária “não respeitou os trâmites mínimos necessários para sua realização”. Seriam eles: a convocação da reunião no prazo prévio de 20 dias e com inscrições para registro de chapa até as 18 horas do 5º dia anterior à realização.







