Flávio Bolsonaro defende Tarcísio e diz que atacar governador é ‘injustiça’

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Foto: Uol

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) defendeu o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que foi alvo de críticas e vaias de aliados de Jair Bolsonaro (PL) após se posicionar a favor da reforma tributária, aprovada na Câmara na última quinta-feira, 6. Nas redes sociais neste domingo, 9, o parlamentar afirmou que atacar Tarcísio, “além de não ser inteligente, é uma grande injustiça”.

“Atacar @tarcisiogdf, além de não ser inteligente, é uma grande injustiça. Foi um ministro competente, trabalhador e aceitou a missão de ser candidato a governador de SP por lealdade a @jairbolsonaro. Siga firme, mostrando com trabalho sua importância para SP e o Brasil!”, diz na publicação, que acompanha uma fotos dos dois.

O recado de Flávio vem na esteira de uma publicação do ex-presidente, que enalteceu o governador de São Paulo também neste domingo. No registro, Bolsonaro e Tarcísio aparecem se abraçando e, em destaque, há um texto com os dizeres “nossa gestão”, citando a obra de duplicação da BR-386/RS, conduzida pelo antigo Ministério da Infraestrutura, que era comandado pelo agora chefe do Executivo paulista. O governador repostou a mensagem.

As duas publicações ocorreram após Tarcísio negar qualquer tensão entre ele e o ex-presidente. Durante uma cerimônia em comemoração à Revolução Constitucionalista de 1932, neste domingo, o governador afirmou sua lealdade e gratidão a Bolsonaro. “Sempre serei leal e terei gratidão a ele. Se estou aqui, devo a ele”, disse.

As trocas de afago públicas se dão no contexto de enfraquecimento de Bolsonaro, que se tornou inelegível por decisão do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e saiu derrotado no embate sobre a votação da reforma tributária, criando atrito até mesmo com o governador aliado.

Em reunião do PL na quinta, Bolsonaro disse que estava ‘chateado’ com a postura de seu ex-ministro em favor da aprovação da medida. Enquanto Tarcísio explicava seus argumentos em prol da reforma, foi interrompido mais de uma vez pelo ex-presidente: “Pessoal, se o PL estiver unido, não apoia nada”. A emenda à Constituição teve o apoio de 20 dos 99 deputados do PL.

Agência Estado

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