Focus Colloquium com De Assis Diniz: “O PT precisa entender o presente sem perder sua essência”

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Em entrevista ao jornalista Fábio Campos, no Focus Colloquium, o deputado estadual De Assis Diniz reconhece que há obstáculos a se resolver,  diz que o PT perdeu aderência com os mais jovens, mas que Elmano de Freitas será reeleito ainda no primeiro turno.
Veja a seguir tópicos a bordados e a entrevista completa
1. PT em transição:
De Assis defende que o partido não pode ficar preso à lógica dos anos 80 e 90.
“O PT precisa governar sem perder sua origem, mas compreendendo as novas exigências sociais.”
2. Crescimento do PT na Assembleia:
Minimizou ruídos internos com a chegada de novos nomes ao partido.
“O importante é manter a base unida e com capacidade de diálogo.”
3. Comunicação e juventude:
Fez autocrítica sobre a dificuldade da esquerda em dialogar com a nova geração:
“A juventude de hoje não lutou por universidade pública. Ela quer outra linguagem.”
“O PT é analógico. O mundo é digital.”
4. Redes e narrativa:
Criticou a desvantagem ética na guerra de narrativas:
“A direita cria frases fáceis. A esquerda precisa de parágrafos para explicar.”
5. Segurança pública:
Relatou episódios em que teve que evitar áreas por controle do crime organizado.
“A solução passa por inteligência policial e acesso à cidadania.”
E elogiou Elmano: “O governo tem feito muito, com redução de homicídios e investimento em inteligência.”
6. Educação e desemprego:
Destacou os avanços do Ceará:
•100% dos alunos no Enem
•138 novas escolas de tempo integral
•Menor taxa de desemprego do Nordeste (6,2%)
Mas alertou: “Estamos diante de um apagão de mão de obra.”
7. Eleições 2026:
•Confirmou que vai disputar a reeleição
•Previu vitória de Elmano no 1º turno
•Defendeu a volta de Cid Gomes ao Senado e o nome de José Guimarães
•Jade Romero deve seguir como vice
8. Oposição desarticulada:
Questionado sobre a oposição, foi direto:
“Não tem nome claro. A direita no Ceará está sem projeto.”
9. Roberto Cláudio:
Reconheceu a gestão, mas criticou o reposicionamento político:
“Ele comprometeu sua própria história.”

Assista agora:

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