
Equipe Focus
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A Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) segue no aguardo do Insumo Farmacêutico Ativo (IFA) que vem da China e já está preparada para envasar as vacinas contra o novo coronavírus desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca, é o que garante Julio Croda, pesquisador da fundação.
“Fazendo uma análise desse semestre, vamos ter muita dificuldade porque tanto o [Instituto] Butantan como a Fiocruz não irão produzir o IFA localmente, irão depender da importação da China. Então esperamos que não haja nenhum atraso”, diz, garantindo que, logo que o insumo chegue ao Brasil, a Fiocruz vai começar a produzir “500 mil doses diárias, 700 [mil], pode chegar a um milhão rapidamente”.
A Fiocruz tem negociação com o Instituto Serum, da Índia, a chegada de 10 milhões de doses da vacina contra o novo coronavírus desenvolvida pela Universidade de Oxford em parceria com a AstraZeneca, para chegar ao Brasil já em fevereiro. A fundação deve pedir à Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), até o final desta semana, o registro definitivo do imunizante.







