
Equipe Focus
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O governador Camilo Santana usou suas redes sociais para falar da desautorização de Bolsonaro para compra da vacina chinesa Coronavac, produzida pela Sinovac.
Ontem, 20, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, afirmou que o Governo Federal iria adquirir 46 milhões de doses da vacina chinesa. Contudo, o chefe do Executivo rechaçou a ideia.
“Que o Governo Federal guie suas decisões sobre a vacina da Covid por critérios unicamente técnicos. Não se pode jamais colocar posições ideológicas acima da preservação de vidas. Lutaremos para que uma vacina segura e eficaz chegue o mais rápido possível para todos os brasileiros”, disse o governador Camilo Santana.
A onda de insatisfação e perplexidade também repercutiu em outros Estados. O governador do Maranhão, Flávio Dino, disparou: “Bolsonaro agora quer fazer a “guerra das vacinas”. Só pensa em palanque e guerra. Será que ele não quer jogar War ou videogame com Trump ? Enquanto jogasse, ele não atrapalharia os que querem tratar com seriedade os problemas da população”.
Quem também se manifestou foi o governador do Maranhão, Wellington Dias. “O compromisso assumido ontem, em reunião dos governadores com o Ministro da Saúde, foi de comprar vacina produzida no Brasil, da Fiocruz e do Instituto Butantan, produção brasileira. A saúde do povo tem que estar em primeiro lugar!”, declarou em suas redes sociais.
Bolsonaro diz “não” à vacina chinesa
Na manhã de hoje, 21, um usuário do Facebook comentou uma postagem do chefe do Executivo em seu perfil na rede social. Ele diz ter 17 anos e querer um futuro “sem interferência da ditadura chinesa”. Fez menção à vacina Coronavac.
Bolsonaro escreveu: “Não será comprada”. Outro usuário da rede social destacou que Pazuello “traiu” o presidente com a compra da vacina chinesa. “Qualquer coisa publicada, sem comprovação, vira traição”, disparou o presidente.
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