
Equipe Focus
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Um grupo formado por 553 médicos cearenses lançou, na noite dessa terça-feira, 16, um manifesto contra o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) e a forma como o Governo Federal vem conduzindo a pandemia de COVID-19.
Definindo-se como profissionais em defesa da vida, da Ciência e do Sistema Único de Saúde (SUS), os médicos defendem uma “grande mudança” na condução da Saúde em relação à pandemia; do contrário, a tendência seria a situação seguir piorando.
“Em vez de vacinação, falam de ivermectina e cloroquina. Em vez de incentivar a prevenção e de salvar vidas, fazem chantagem com a falsa dicotomia “vida ou trabalho”, promovem carreatas ilegais e “fake news”. Falta respeito à saúde pública e a cada cidadão”, afirma o documento.
Entre os médicos, integram a lista de opositores o ex-reitor da Universidade Federal do Ceará (UFC), Henry Campos, a militante Helena Serra Azul, a chefe da Divisão Médica da Maternidade-Escola Assis Chateaubriand, Zenilda Bruno, e a secretária executiva de Justiça, Cidadania e Direitos Humanos da SPS, Lia Gomes.






