
Equipe Focus
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A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF), Rosa Weber, determinou que a Procuradoria Geral da República (PGR) avalie se Bolsonaro cometeu crimes de charlatanismo e de genocídio durante a pandemia da COVID-19.
O chefe do Executivo foi alvo de uma petição apresentada pelo advogado baiano Jefferson Jesus Rocha. No documento de cinco páginas, o jurista declarou que “estávamos em um verdadeiro Apocalipse”. Segundo ele, desde março de 2019 “tentou alertar” os moradores do municípios de Caculé, a 650 quilômetros de Salvador.
Vale lembrar que o pedido é protocolar. Isso porque cabe à PGR tomar a posição sobre o tema.
“Além de alertar os pastores da minha região, joguei suco de uva na frente das igrejas, vesti roupa de pano de saco, bem como preguei panfletos nas portas das igrejas ainda em 2019”, escreveu o advogado, conforme noticiado pela UOL.
Com ou sem argumentos religiosos, além de não apresentar fatos ou dados concretos sobre a pandemia, Rocha cita os crimes de genocídio (lei 2889/56), charlatanismo (Art. 283 do Código Penal), perigo para a vida e para saúde (Art. 132 do Código Penal) e fraude processual (Art. 347 do Código Penal).







