
Equipe Focus
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A Universidade Estadual do Ceará (Uece) deu início ao monitoramento da qualidade do ar durante o isolamento social, em decorrência da pandemia do novo coronavírus. O monitoramento é feito sistematicamente na entrada do campus Itaperi.
A ação acontece por meio do Laboratório de Conversão Energética e Emissões Atmosféricas (Laceema), vinculado aos Laboratórios Associados de Inovação e Sustentabilidade (LAIS/Uece).
Um dos poluentes que pode ser observado é o ozônio. Trata-se de um gás que, na camada atmosférica mais próxima da superfície terrestre, ou seja, na troposfera, se comporta de maneira diferente do que quando localizado na estratosfera (acima de 40 km da superfície), onde forma a camada de ozônio, que protege a Terra da radiação ultravioleta.
A presença de ozônio troposférico em contato com pessoas e animais diminui os mecanismos de defesa do sistema respiratório e pode causar inflamações nos pulmões.







