
Equipe Focus
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O ministro do Supremto Tribunal Federal (STF), Celso de Mello, criticou o presidente Jair Bolsonaro durante julgamento sobre as competências de demarcação de terras indígenas da Funai para o Ministério da Agricultura. Segundo ele, “parece haver um resídio de indisfarçável autoritarismo” no presidente.
“O comportamento do atual presidente da República, revelado na reedição de MP rejeitada, traduz clara e inaceitável transgressão a autoridade suprema da Constituição Federal. Uma inadmissível e perigosa transgressão da separação de poderes”, conforme noticiou o jornal Gazeta do Povo.
“Parece ainda haver, na intimidade do poder, um resíduo de indisfarçável autoritarismo, despojado sob tal aspecto quando transgride a autoridade da Constituição. É preciso repelir qualquer ensaio de controle hegemônico do aparelho de Estado por um dos poderes da República”, disparou.







