
Equipe Focus
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A Controladoria-geral da União (CGU) não encontrou evidências de que houve sobrepreço na compra da vacina indiana Covaxin, encomendada pelo Ministério da Saúde em fevereiro. De acordo com reportagem da CNN Brasil, o relatório sobre o caso, que está sendo finalizado, indicará que a Precisa não ofereceu oficialmente ao governo as doses por US$ 10 para depois fechar contrato por US$ 15, como acusavam opositores do governo.
Segundo a reportagem, a CGU reuniu provas que corroboram a versão apresentada por Emanuela Medrades, da Precisa. Em depoimento à CPI da Covid, Medrades disse que se tratava apenas de uma expectativa e não de uma oferta de fato.
A CGU também descartou que o valor final acordado com o Governo Federal tenha sido 1.000% superior ao anunciado pela Bharat Biotech meses antes, como acusavam alguns senadores da CPI. Segundo o trabalho da CGU, não houve irregularidades relacionadas ao valor fechado.







