
Equipe Focus
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Um contrato firmado entre o Ministério da Saúde e uma empresa ligada ao presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira (PP-AL), e aos senadores Ciro Nogueira (PP-PI) e Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ) está na mira da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da COVID-19
De acordo com a revista Crusoé, a negociação envolve a empresa VTCLog, responsável pelo transporte de vacinas, e tem suspeitas de irregularidades.
“A comissão já aprovou requerimento para a oitiva da diretora da empresa, Andréia Lima, e para o envio de informações sobre todos os contratos firmados entre o governo e a VTCLog.”
O portal Uol publicou, nesta segunda-feira, 19, uma reportagem mostrando que a CPI vai investigar denúncias de propinas mensais de 296 mil reais a políticos.
Entre os beneficiários desse esquema, estaria o líder do governo na Câmara, o deputado Ricardo Barros (PP-PR). De acordo com a reportagem, o esquema de pagamento de vantagens indevidas estaria ligado ao contrato com a VTCLog.
Somado aos aditivos, o contrato para armazenamento, controle e distribuição de insumos do Ministério da Saúde tem valor de 592 milhões de reais, para um período de 60 meses. A propina no período equivaleria a 10% desse valor.







