
O governador Elmano de Freitas (PT) realizou algumas reformas na última semana, substituindo pessoas à frente de determinadas pastas, como ocorreu com Roberto Sá, que assumiu o lugar do delegado Samuel Elânio na de Segurança Pública.
Questionado sobre uma possível consulta a respeito dessas alterações, Domingos Filho, presidente do PSD Ceará, no último Focus Colloquium, respondeu que não foi consultado pelo governador ou pela base petista.
“Entenda… não seria legítimo. Não havia motivo para isso, na verdade. Não faz sentido sermos consultados se não houve nenhuma alteração que envolvesse o PSD”, enfatizou como exemplo. A Secretaria de Proteção Animal, envolvendo Célio Studart, não sofreu modificação.
“Além disso, disputamos as eleições contra os petistas e não vencemos. Eu disputei com este atual governo, e não faz sentido reivindicar uma participação mais ampla”, explicou Domingos, lembrando de 2022, quando atuou como pré-candidato a vice de Roberto Cláudio (PDT), ficando em terceiro lugar, inclusive em Fortaleza, Capital administrada por dois mandatos pelo pedetista.
“Essa aliança (PSD e PT) ocorreu após as eleições. Foi um ato de humildade de Elmano e Camilo que nos convocaram”, lembrou Domingos.
Em outra ocasião, vale lembrar, o presidente do PSD no Ceará assegurou que não se arrepende da aliança com o PDT na disputa eleitoral de 2022, mesmo sabendo que o Partido dos Trabalhadores venceria.
“Não mudaria (o que foi feito), porque o nosso partido fez um acordo e uma aliança. Não tivemos nada a ver com a disputa e a briga entre o PT e o PDT. Nossa convenção lançou Camilo para senador, Roberto para governador e Domingos Filho para vice, porque isso era o pacto”, lembrou.
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