Governo dos EUA exige que Venezuela corte fornecimento de petróleo a aliados e estabeleça parceria exclusiva com Washington

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Donald Trump. Foto: Isac Nobrega/Agência Brasil
Donald Trump. Foto: Isac Nobrega/Agência Brasil

O fato: o governo dos Estados Unidos, liderado por Donald Trump, pediu que a Venezuela corte o fornecimento de petróleo a países como Rússia, China, Irã e Cuba e firmar uma parceria exclusiva com os EUA para exportação de petróleo, de acordo com reportagens baseadas em fontes do canal ABC News sobre as conversas entre autoridades norte-americanas e a presidente interina da Venezuela, Delcy Rodríguez.

Demandas de Washington: segundo relatos, o governo norte-americano condicionou a possibilidade de a Venezuela retomar a produção adicional de petróleo ao encerramento de laços econômicos com potências estrangeiras e ao compromisso de favorecer os Estados Unidos na venda de sua pesada produção de crude.

Negociações e blocos de exportação: autoridades dos EUA, incluindo o secretário de Estado Marco Rubio, afirmaram que o país possui ferramentas para pressionar Caracas, citando a situação financeira da Venezuela e um bloqueio de exportação de petróleo sancionado, e estimaram que o país teria apenas algumas semanas de capacidade antes de enfrentar dificuldades sem vender suas reservas.

Acordo de fornecimento aos EUA: nesta terça (6), Trump afirmou que a Venezuela deverá entregar entre 30 e 50 milhões de barris de petróleo aos Estados Unidos a preço de mercado, em um acordo que busca redirecionar parte da produção que tradicionalmente seria vendida a outros países.

Reações internacionais: a China criticou as exigências e o uso de força, classificando as ações dos EUA como intimidação que viola a soberania venezuelana e o direito internacional, e diversos países manifestaram preocupações sobre o uso de poder político e econômico para influenciar terceiros.

Contexto geopolítico: a Venezuela possui algumas das maiores reservas de petróleo do mundo, e o fator energético tem sido central nas tensões entre Washington e Caracas, em meio a ações militares recentes e disputas diplomáticas sobre controle de recursos e influência na região

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