Moody’s eleva rating do Brasil e Haddad faz aposta

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A agência de classificação de risco Moody’s aumentou o rating do Brasil de Ba2 para Ba1, mantendo uma perspectiva positiva.

O que significa:

• A atualização reflete melhorias materiais no perfil de crédito do Brasil, que devem continuar a médio prazo.
• A agência destacou o crescimento econômico mais robusto do que o previsto e um histórico de reformas que fortaleceu a resiliência fiscal do país.

Por que importa:

• Um crescimento econômico sustentável, aliado a uma política fiscal aderente ao novo arcabouço, permitirá que a dívida pública se estabilize em torno de 82% do PIB no médio prazo.
• Mesmo com uma carga de dívida alta, o Brasil se beneficia de um grande mercado interno, emitindo dívida principalmente em moeda nacional.

O que dizem:

• Moody’s: “A solidez fiscal do Brasil é reforçada por ativos líquidos consideráveis, em torno de 15% do PIB”.
• Tesouro Nacional: Reafirma o compromisso com a melhoria dos resultados fiscais, focando no aumento da arrecadação e contenção de gastos.

O próximo passo:

• O Brasil está agora a um passo de reconquistar o grau de investimento pela Moody’s, o que pode melhorar o ambiente para investimentos públicos e privados.

Classificação de crédito:

• Grau de investimento: Baa1 ou acima.
• Grau especulativo: Ba1, Ba2, Ba3.

Vá mais fundo: Após a elevação do rating do Brasil pela Moody’s de Ba2 para Ba1, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, afirmou que, se o governo mantiver o controle sobre despesas e receitas, o país pode conquistar o grau de investimento durante o atual mandato do presidente Lula.

O que ele disse:  “Se continuarmos sem baixar a guarda em relação às despesas e receitas, acredito que temos chance de reobter o grau de investimento ainda no mandato do presidente Lula”, declarou Haddad à imprensa.

Por que importa:

• O grau de investimento é um selo de confiança internacional que pode atrair mais investimentos para o Brasil, reduzindo custos de financiamento e impulsionando o crescimento econômico.

O desafio:

• Haddad reconheceu que o grau de investimento não está garantido e que ainda há trabalho a ser feito no controle fiscal e na gestão de receitas e despesas.

O cenário:

• A Moody’s manteve a perspectiva positiva do rating, sinalizando que o Brasil está no caminho certo, mas é necessário continuar com o esforço para consolidar as finanças públicas.

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