O momento para investir em energia solar fotovoltaica. Por Nadirlan Fontinele

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Nadirlan Fontinele é diretor comercial do Grupo Servnac.
Nadirlan Fontinele é diretor comercial do Grupo Servnac. Foto: Divulgação

No final de março, o governo federal decidiu zerar os impostos cobrados sobre painéis solares até 2026. Essa decisão terá um impacto direto na decisão de quem deseja investir em energia solar fotovoltaica, já que permitirá a redução de custos que as empresas do setor poderão repassar aos consumidores finais.

As vantagens se estendem tanto para pessoas físicas quanto para jurídicas. As alíquotas, que antes eram de 6,5% de IPI, mais 9,65% de COFINS, 2,1% de PIS e 6% de imposto de importação, foram zeradas com a decisão.

O início do ano veio acompanhado por algumas preocupações no setor, devido ao início da vigência da Lei da Taxação do Sol, Lei 14.300/2022, que instituiu o marco legal da microgeração e da minigeração de energia, a partir do dia 7 de janeiro. Isso deixou potenciais clientes em dúvida a respeito da real vantagem econômica dos projetos de energia fotovoltaica. No entanto, na prática, mesmo com a nova lei, é possível reduzir em até 80% os custos com energia elétrica. Nossos projetos apresentam paybacks de 3 a 5 anos, o que significa que, após esse período, o cliente não precisará mais arcar com o financiamento do projeto de energia solar, nem tampouco com gastos de energia elétrica. É um investimento fantástico.

Além disso, a energia solar oferece a vantagem de não representar um custo adicional para os clientes, na prática. Isso ocorre porque, após a instalação das placas solares, o consumo de energia elétrica proveniente da rede convencional é substituído pela energia gerada no sistema fotovoltaico. Dessa forma, o valor que antes era pago à concessionária de energia elétrica, como a Enel, agora é destinado à agência financiadora do projeto de energia solar.

Recentemente, o Brasil entrou pela primeira vez na lista dos dez países com maior potência instalada acumulada da fonte solar fotovoltaica. O País encerrou 2022 com 24 gigawatts (GW) de potência operacional solar. Com esse resultado, o país assumiu a oitava posição no ranking internacional.

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