
Equipe Focus
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O ex-ministro Luiz Henrique Mandetta apontou o principal problema enfrentado por sua gestão no Ministério da Saúde nas ações de enfrentamento à pandemia do novo coronavírus: a postura negacionista de Bolsonaro.
Mandetta afirmou que se o presidente liderasse a adoção de protocolos estabelecidos pela pasta para preparar o sistema público de Saúde e a população, o Brasil certamente não estaria entre os países com o maior número de vítimas da doença.
“Poderia ter sido diferente, para melhor”, disse Mandetta, que lança na sexta-feira, 25, o livro Um paciente chamado Brasil, no qual relata, em primeira pessoa, os últimos 87 dias de sua gestão na pasta.
No período, passou a ser a principal voz na defesa do isolamento social como forma de atenuar efeitos da pandemia, ao contrário do que defendia o presidente. Com isso, ganhou popularidade, provocou ciúme de Bolsonaro e deixou o governo credenciado para as discussões sobre eleições de 2022 em seu partido, o DEM.







