
O fato: A primeira reunião extraordinária de 2026 do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) para discutir os recentes eventos na Venezuela, incluindo o ataque dos Estados Unidos ao país e a queda do ditador Nicolás Maduro, terminou sem consenso entre os líderes globais.
Impasse no Conselho de Segurança: O encontro, promovido com apoio de países como Colômbia, Rússia e China, evidenciou visões divergentes sobre o papel da ONU diante da crise. Apesar de ter sido aberto espaço para debate sobre a ação militar dos EUA, nenhum texto de resolução foi apresentado, e a perspectiva de veto por parte de membros permanentes, incluindo os próprios Estados Unidos, impediu avanços.
Posicionamentos opostos: Durante as discussões, representantes de países como Brasil, Rússia e China condenaram a ação dos EUA como uma violação de soberania e do direito internacional. Por outro lado, os Estados Unidos defenderam sua atuação como um esforço legítimo baseado em aplicação da lei e estabilidade regional.
Direito de veto e limites da ONU: O impasse reflete uma divisão persistente entre líderes globais e ressalta o papel do direito de veto dos membros permanentes do Conselho, que tem sido um fator frequente na incapacidade do órgão de agir de forma coordenada em crises complexas.
A reunião em Nova York terminou sem um plano conjunto de ação, e as negociações bilaterais entre países sobre a situação na Venezuela devem continuar nos bastidores.







