
• O Senado aprovou, em março de 2026, projeto que acaba com a lista tríplice na escolha de reitores de universidades e institutos federais. O texto segue agora para sanção presidencial.
• Pela nova regra, o presidente da República será obrigado a nomear o candidato mais votado na consulta à comunidade acadêmica — formada por professores, técnicos e estudantes.
• Na prática, a medida elimina a possibilidade de nomeação de candidatos que não venceram a votação interna, algo que ocorreu em diversas instituições nos últimos anos.
Como muda
• ❌ Antes: universidades enviavam três nomes ao governo federal (lista tríplice), e o presidente podia escolher qualquer um deles.
• ✔️ Agora: o primeiro colocado na eleição interna deve ser nomeado obrigatoriamente.
Argumento dos defensores
• Entidades como Andifes (associação dos reitores) e a UNE classificaram a aprovação como uma vitória da autonomia universitária e da democracia interna nas instituições federais.
Contexto político
• A mudança ocorre após críticas a decisões do governo anterior, quando candidatos não vencedores das consultas acadêmicas foram nomeados reitores em várias universidades.
Projeto maior
• O texto aprovado também integra um pacote mais amplo de reestruturação de carreiras do ensino federal, com impacto orçamentário previsto para os próximos anos.






