O digital nas organizações, por Yunare Targino

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Yunare Marinho Targino é Gerente Corporativo de Processos Industriais no Grupo M.Dias Branco, Fortaleza-CE. Cidadão Luso-Brasileiro é Graduado em Engenharia Mecânica, UNIFOR-CE. Pós-Graduado em Engenharia de Segurança do Trabalho, CHRISTUS-CE. Pós-Graduado em Psicologia Transpessoal, Faculdade Porto das Monções-SP. MBA Executivo, COPPEAD-RJ. Mestrado em Concepção, Mecânica e Meio Ambiente, ENSAM-França.

Por Yunare Targino
Post convidado

É uma verdade que todos nós desde a nossa infância éramos estimulados a aprender o novo quando avançávamos de ano na escola e quando brincávamos com os as modas que surgiam no dia da criança e natal, era uma espécie do brinquedo da moda ou algo que chegava dos Estados Unidos e em algumas vezes as brincadeiras de rua começavam a ficar mais vazias e você lembra da chegada dos famosos videogames? Uau, aquilo era um espetáculo aos olhos e às mãos! Pois bem, este estímulo inicial vem ultrapassando gerações e a evolução industrial nos trouxe a era da robótica e então vieram os filmes com robôs, a era estelar e androides.

Talvez para alguns de vocês que estejam a ler, possam achar que estou ultrapassado, mas me permito deixar a minha opinião de que desde sempre fomos estimulados a estarmos atualizados e capacitados para enfrentar o mercado de trabalho. Lembram a famosa frase de nossos pais: “Filho estude para crescer, casar e ter uma aposentadoria melhor do que a minha!”

É verdade, o mundo que outrora somente existia no Oriente, América do Norte e Europa, locais distantes que rapidamente com a globalização e a internet chegaram aqui e nos fazem buscar conhecer o novo, para estamos atualizados e sair do atraso do chamado país em desenvolvimento.

Lembro-me no ano 2000 quando cheguei em uma Universidade em Paris para participar de uma Feira de Sustentabilidade, nome então desconhecido para mim, mas que lá já aprendíamos a estudar o fim de vida, a concepção, a reciclagem dos materiais que as indústrias aplicam em seus produtos. Aquela experiência abriu um espaço em meu conhecimento e desafiou-me a sair de minha zona de conforto, pois caia me um paradigma de que as organizações devem prover tudo a todos os colaboradores. Portanto, vá e siga a diante para não ficar desatualizado profissionalmente por que as gerações atuais estão chegando mais conectadas com os recursos e ferramentas digitais por que desde cedo já estão conectadas e estimuladas pelos pais.

E agora? Nas organizações como ficamos? Ora bem, mova-se, atualize-se e bem-vindo ao novo mercado globalizado e mais produtivo com novas linguagens: power BI, download, ferramenta teams, zoom, realidade aumentada, ou seja, várias ferramentas provenientes da área de TI que estão cada vez mais presentes nas organizações que buscam maior produtividade, velocidade nas análises e na busca por resultados  neste mundo competitivo por que ás organizações buscam a hegemonia no seu segmento, assim como os times de futebol, cidades, nós mesmos, que buscamos crescer nas organizações por meritocracia que requer esforço, foco, empenho e o melhor: propósito, ou seja, onde quero chegar? Somos seres estimulados a competição!

A era digital está presente e veio para ficar, para tornar o profissional do presente mais bem capacitado e mais conectado com o mundo em segundos! Lembram da era da datilografia? Da era do Excel? Pois bem, sabe a frase “aceita que doí menos” por que o inglês das organizações agora são as ferramentas digitais.

A pirâmide de Maslow e os pais da administração como Taylor e Fayol, sempre relataram que para se atingir o topo, tínhamos que ter investimento no conhecimento porque somos seres em evolução contínua e hoje estamos diante da era digital que está presente em nossas vidas, lares e no trabalho. O convite é: Vem, vamos incorporar, vamos estudar e ser protagonista de nosso aprendizado, porque a competência digital está presente nas organizações e é o novo normal que coincide e até mesmo após a pandemia e não pensemos que isto tudo veio para desumanizar o trabalho, mais sim para reduzir as atividades que não agregam valor: atividades braçais, esforços físicos, tarefas que originam impactos ambientais.

Nossos jovens estão cada vez mais digitais e quando vamos às lojas de departamentos nos deparamos com os lançamentos, algo que nos fazem estar em contínua evolução e é isto que devemos nos estimular a investir em nosso conhecimento e motivação para colhermos frutos nas organizações, deixamos um legado, o nosso legado, nesta era 4.0 – a era digital. Ah! E vem aí a era 5.0

Por mim, por você, pelos nossos jovens e por todos nós!

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