CW diz que seu projeto de “Padrão FBI” incomoda seus adversários “que tiveram 16 anos para melhorar a segurança pública”

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Foto: Reprodução/Youtube

Equipe Focus
focus@focuspoder.com.br

Capitão Wagner (UB), candidato ao governo do Estado, depois de ter sido questionado pelo ex-prefeito Roberto Cláudio (PDT) em relação ao plano de segurança “Padrão FBI” para o Ceará, afirmou que o seu projeto tem “incomodado” os seus oponentes.

“Não sei se o senhor sabe, mas a lei de licitações proíbe, torna imoral e ilegal a contratação dirigida da empresa de um apoiador”, disse RC.

“Parece que a proposta de trazer o padrão FBI de investigação, de distribuição de policiamento e de inteligência para o estado do Ceará tem incomodado os adversários”, respondeu CW durante debate promovido pelo jornal O Povo.

“Vocês estiveram 16 anos no poder e implementaram bases do Raio em 59 municípios. O senhor está me dizendo agora que, em quatro anos, vai implementar em 125?”, perguntou CW, no intuito de devolver o ataque ao RC. 

Padrão FBI

A história de CW com o plano do “padrão FBI” começou quando o mesmo explicou que tinha se inspirado em uma proposta de Tasso Jereissati.

“Em 1992, o então governador Tasso Jereissati inovou e foi buscar lá em Nova York um profissional da polícia dos Estados Unidos”, explicou em entrevista ao canal da TV Ceará.

“Nós fomos até Medelín, a cidade mais violenta do mundo. Medelín tinha 300 homicídios para cada 100 mil habitantes. Hoje é uma cidade que tem 15 homicídios para cada 100 mil habitantes, uma redução de 95%. Uma das ações foi a parceria entre o governo colombiano e o Estados Unidos com o FBI orientando”, detalhou.

“Não foi só na repressão policial. Houveram ações na área de urbanismo, educacional, na cultura, uma série de ações em que os EUA ajudaram nos recursos. E nós tivemos a alegria, no começo do ano, de receber uma ligação de um cearense que trabalha no FBI, meu amigo Wilson, lá do bairro Montese. Wilson me convidou e eu fui visitar o escritório do FBI da Flórida, reconhecida por tratar o narcotráfico da América do Sul, da América Central e do México”, disse.

Wagner, a partir desse ponto, detalha que foi convidado para conversar com George Piro. “Ele foi o responsável pelo interrogatório de Saddam Hussein. Ele é uma pessoa qualificada e que vai nos oferecer consultoria aqui na cidade de Fortaleza, no Estado do Ceará”, finalizou.

 

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