Ceará bate recorde com mais de 166 mil novas empresas em um ano

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O fato: O Ceará tem se firmado como um dos estados mais dinâmicos na criação de novos negócios no país. Entre junho de 2024 e junho de 2025, foram abertas 166.942 empresas no território cearense, conforme dados da Junta Comercial do Estado do Ceará (Jucec). O salto expressivo é impulsionado por melhorias tecnológicas e institucionais que vêm tornando o ambiente de negócios mais ágil e atrativo.

Somente em janeiro deste ano, foram formalizadas 5.353 novas empresas — mais que o dobro das 2.213 registradas no mesmo mês de 2024. O avanço é reflexo direto da modernização promovida pela Jucec, que reduziu o tempo médio de abertura de empresas de quase três horas para apenas 38 minutos.

“Essa redução no tempo de constituição de empresas é a concretização do nosso compromisso em tornar o Ceará um estado cada vez mais atrativo para o empreendedorismo e para os investidores”, afirmou o presidente da Jucec, Eduardo Jereissati. “Queremos facilitar a formalização de negócios e promover um crescimento econômico sustentável.”

Setor de serviços lidera: O setor de Serviços lidera o número de novas aberturas, com 101.387 registros, seguido pelo Comércio (47.613) e pela Indústria (17.942). A predominância do setor terciário acompanha a tendência nacional, mas, no caso cearense, é potencializada por um ecossistema mais integrado e digital.

Inovação e interiorização: Entre as ações que contribuíram para esse resultado, estão a digitalização de processos e a adoção de novas ferramentas tecnológicas. Destaque para a possibilidade de pagamento de taxas via Pix e para a digitalização de serviços como matrícula de leiloeiros e emissão de documentos para tradutores públicos. Todas essas funcionalidades foram concentradas no novo Portal de Serviços da Jucec, que tem facilitado significativamente o dia a dia dos empreendedores.

Outra frente de destaque é o programa Empresa+Simples, que ampliou sua cobertura de 17 para 37 municípios em apenas um ano. A iniciativa leva atendimento mais ágil e digitalizado para regiões onde a formalização ainda era incipiente, contribuindo para descentralizar o desenvolvimento econômico no estado.

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