
Equipe Focus
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O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) abriu inquérito administrativo para apurar a conduta do presidente Jair Bolsonaro. A ação foi iniciada pelo corregedor-geral da Justiça Eleitoral, ministro Luis Felipe Salomão. O plenário do TSE acompanhou o corregedor por unanimidade.
A medida ocorreu após o prazo de 15 dias da abertura de um procedimento que pedia para autoridades apresentarem provas de denúncias de fraudes nas eleições passadas, segundo a revista Veja. O prazo venceu nesta segunda, 2.
“Converte-se o procedimento SEI 2021.00.000005444-5 em inquérito administrativo, ampliando-se seu escopo para apurar fatos que possam configurar abuso do poder econômico e político, uso indevido dos meios de comunicação social, corrupção, fraude, condutas vedadas a agentes públicos e propaganda extemporânea, relativamente aos ataques contra o sistema eletrônico de votação e à legitimidade das Eleições 2022”, diz o texto inicial da investigação.
O inquérito será sigiloso, “ressalvando-se os elementos de prova que, já documentados, digam respeito ao exercício do direito de defesa”.
A investigação, do ponto de vista eleitoral, pode acarretar na impugnação de registro ou inelegibilidade.







