Banco do Nordeste registra R$ 1,3 bilhão de lucro líquido no terceiro trimestre

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BNB Banco do Nordeste
Fachada do BNB. Foto: Divulgação BNB

Por Átila Varela
atila@focuspoder.com.br

O Banco do Nordeste (BNB) fechou o terceiro trimestre de 2022 com um lucro líquido de R$ 1,27 bilhão. O resultado foi R$ 374,5 milhões a mais do que o registrado no mesmo período de 2021, o que representa uma alta de 41,5%.

Os números foram divulgados, nesta quarta-feira, 16, pela diretoria do Banco durante reunião pública realizada com a Associação dos Analistas e Profissionais de Investimentos do Mercado de Capitais (Apimec Brasil) para apresentação dos resultados financeiros e operacionais.

“Demonstramos a saúde financeira e econômica do Banco e a importância do seu papel para a sociedade”, afirma o presidente do BNB, José Gomes da Costa.

O diretor financeiro e de crédito da Instituição, Luiz Abel Amorim de Andrade, destacou o retorno sobre o patrimônio líquido no trimestre que foi de 21,7%. Esse desempenho é 18,6% acima do alcançado no mesmo período de 2021. “A performance do Banco do Nordeste está em linha com a de grandes pares e acima da média, se compararmos com bancos públicos e de porte similar. Considero importante ressaltar que há um equilíbrio entre o resultado econômico-financeiro e o social”, afirma.

Outro destaque feito por Luiz Abel é em relação ao ativo total, que apresentou crescimento de R$ 3,3 bilhões de um período para o outro e fechou o trimestre em R$ 63,7 bilhões. Uma alta correspondente a 5,3%. “A maior parte foi concentrada no ativo circulante, principalmente em aplicações financeiras que alcançam cerca de R$ 9 bilhões, denotando uma forte liquidez”, explica.

Resultados operacionais

O Fundo Constitucional de Financiamento do Nordeste (FNE), origem da maior parte dos recursos aplicados, fechou o terceiro trimestre com a contratação de R$ 25,7 bilhões. No acumulado, o ativo do Fundo soma mais de R$ 120 bilhões.

Entre os principais destaques do terceiro trimestre estão a destinação de R$ 3,5 bilhões para Micro e Pequenas Empresas (MPE), segmento considerado estratégico para o banco, e as operações de microcrédito orientado, que somaram R$ 10,7 bilhões. Os projetos de infraestrutura receberam recursos da ordem de R$ 6 bilhões.

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