
Equipe Focus
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Após três semanas de ganhos consecutivos, o Ibovespa cedeu terreno moderadamente no intervalo que chega ao fim nesta sexta-feira, acumulando perda de 0,49% no período.
Hoje, o índice de referência da B3 se encaminhava para fechar no vermelho pela quarta sessão seguida, mas perto do fim conseguiu se firmar em leve alta de 0,09%, aos 102.381,58 pontos, após queda de 1,91% no dia anterior, que o retirou da casa de 104 mil pontos, sustentada entre os fechamentos de 20 e 22 de julho, tendo chegado a 105.449,23 na máxima intradia de terça-feira, 21. No mês, o Ibovespa avança 7,71%, agora um pouco abaixo dos desempenhos de junho e maio (8,76% e 8,57%, respectivamente), faltando uma semana para a conclusão de julho. No ano, cede 11,47%.
O giro financeiro desta sexta-feira ficou em R$ 27,2 bilhões, com o índice oscilando entre mínima de 100.858,76 e máxima de 102.693,74 pontos, saindo de 102.291,82 pontos na abertura. Na semana, com sinal positivo nesta última sessão, o desempenho do Ibovespa foi um pouco mais discreto do que o observado em Nova York, período em que o Dow Jones acumulou perda de 0,68%, o S&P 500, de 0,62%, e o Nasdaq, de 0,94%. Nesta sexta-feira, voltou a predominar cautela quanto à relação EUA-China, após o governo chinês determinar o fechamento de um consulado americano no país, em reação à iniciativa semelhante do rival.
Assim, o Ibovespa encerra a semana não distante do ponto em que estava na sexta-feira anterior, quando havia fechado aos 102 888,25 pontos, saindo de 98.697,06 no fechamento da segunda-feira, dia 13, após ter fechado na sexta, 10, aos 100 031,83 pontos – recuperando então o nível de seis dígitos em encerramento, pela primeira vez desde 5 de março, quando o índice acentuava trajetória cadente.
O desempenho acumulado pelo Ibovespa desde 31 de março é notável, com recuperação na casa de 40%, agora a 40,21%, encaminhando a série abril-julho acima da sequência positiva de quatro meses entre fevereiro e maio de 2009, quando o Ibovespa teve avanço de 39,32% – então, em nível de pontuação bem inferior ao atual, entre 38.183 e 53.197 pontos.
Com Agência Estado







