Cearense Napoleão Nunes Maia toma posse como corregedor-geral do TSE

COMPARTILHE A NOTÍCIA

Napoleão, Mussi e Salomão foram empossados nesta terça-feira, 24 | Foto: divulgação TSE

O cearense Napoleão Nunes Maia foi empossado nesta terça-feira, 24, corregedor-geral do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Na sessão, o presidente Gilmar Mendes também empossou Jorge Mussi como ministro efetivo e Luis Felipe Salomão como ministro substituto.

O ministro Napoleão foi eleito corregedor-geral da Justiça Eleitoral pelo Plenário na sessão administrativa de 3 de outubro, no lugar do ministro Herman Benjamin, que completou o seu biênio como ministro titular no TSE. Titular do TSE desde agosto de 2016, ele foi ministro substituto de 11 de setembro de 2014 a 29 de agosto de 2016. Já o ministro Jorge Mussi ocupava o cargo de ministro substituto no TSE desde 10 de novembro de 2015. Ambos integram a Corte Eleitoral na cota de representação do Superior de Tribunal de Justiça (STJ). Na vaga de ministro substituto aberta por Jorge Mussi, foi empossado o ministro Luis Felipe Salomão, também proveniente do STJ.

O ministro cearense agradeceu a confiança  do Tribunal e afirmou que se empenhará para cumprir as atribuições do cargo.  “O que vou fazer é apenas coordenar, no limite da minha capacidade, os trabalhos que couberem na competência do corregedor-geral, segundo as diretrizes que emanarem desta Corte. Tentarei fazer prevalecer sempre a orientação do colegiado. Não creio que se deva implementar intervenções nos pleitos (…), de sorte que a democracia flua com liberdade, com leveza, com segurança e, sobretudo, com confiança nas instituições que lhe são afins”, disse.

 

Currículo

Nascido em Limoeiro do Norte, Napoleão é graduado pela Universidade Federal do Ceará (UFC), onde concluiu mestrado em Direito Público e é professor.  iniciou a sua carreira jurídica como advogado em Fortaleza. Também atuou como procurador do estado do Ceará e assessor da presidência do Tribunal de Justiça. Ingressou na magistratura como juiz federal, passando a desembargador do Tribunal Regional Federal da 5ª Região antes de ser empossado no STJ em 2007. Antes de assumir o seu assento no plenário do TSE, acumulou experiência no Direito Eleitoral, atuando como juiz do Tribunal Regional Eleitoral do Ceará (TRE-CE), inicialmente na categoria de jurista e posteriormente também como juiz federal.

COMPARTILHE A NOTÍCIA

PUBLICIDADE

Confira Também

Atlas/Focus para presidente no Ceará: Lula amplia vantagem e chega a 60,8%; Flávio tem 28,9%

Atlas/Focus: dobradinha Cid-Luizianne soma 59,6% dos votos válidos para o Senado

Atlas/Focus: Elmano 49,9% x Ciro 49,6% dos votos válidos; Ceará chega à urna separado por um fio

Focus/Atlas: Aprovação de Elmano vira a favor; Avaliação do governo melhora, mas continua dividida

Atlas/Focus: Cid e Luizianne nas duas primeiras posições no Senado; dupla abre vantagem sobre Wagner e Alcides

Atlas/Focus: Elmano avança entre os mais velhos e nas faixas de maior renda; Ciro concentra vantagem entre jovens

Atlas/Focus a seis dias da eleição: Elmano 49% x Ciro 47,6%

Coligação de Ciro Gomes tenta barrar pesquisa Atlas/Focus, mas TRE rejeita e impede censura

Atlasintel: A polícia e a confiança que ainda resiste

Atlas/Focus: Lula mantém vantagem larga no Ceará, mas avanço de Flávio reduz distância

Atlas + Focus: Cid lidera consolidado, Luizianne encosta e Wagner mantém disputa aberta entre os três primeiros

Focus/Atlas: O placar muda com Elmano 48,5% x Ciro 48% e disputa entra na reta final em claro empate técnico

MAIS LIDAS DO DIA

Ao Leste do Éden; Por Angela Barros Leal

Fortaleza, cidade eleitoralmente de esquerda?

Indústria do Ceará registra terceira maior queda do país em agosto, aponta IBGE

Cesta básica em Fortaleza sobe 3,23% em setembro e acumula alta de 15,14% em um ano

ConheCER 2026 tem início em Fortaleza reunindo educadores de todo o país

Exportações do Ceará para os EUA caem 77,9% em setembro e somam US$ 42,94 milhões

Governo amplia desoneração da gasolina e subsídios a combustíveis

Pix ultrapassa 1 bilhão de chaves cadastradas no Brasil em setembro

Temos o “novo petróleo” soprando diante de nós? Por Marco Dalpozzo