
Equipe Focus
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As notícias de que a variante indiana da COVID-19 bate à porta do Ceará, preocupa não somente especialistas no assunto, mas também as atividades econômicas. Neste sábado, 22, o governador Camilo Santana e o Comitê de Enfrentamento do coronavírus deverão deliberar sobre os próximos passos.
Seguir com a abertura econômica pode agradar o empresariado, considerando que o número de casos da doença levam a crer em uma tendência de queda no Estado, especialmente em Fortaleza. Outras regiões, no entanto, sofrem com a aceleração de novos registros. Quixadá por exemplo, para conter a COVID, determinou lockdown com horário restrito para o funcionamento de supermercados.
O presidente da CDL Fortaleza, Assis Cavalcante, chegou a falar em entrevista ao Jornal O Povo que não pediu avanços na retomada das atividades. Segundo ele, o varejo ainda segue se adaptando às regras e horários do último decreto.
O que pode “minar” justamente a retomada do Ceará é a nova variante do coronavírus. A Sesa investiga a chegada de um viajante em 9 de maio, em voo proveniente da Índia, que desembarcou na Capital cearense. O homem, de 35 anos acabou testando positivo. Atualmente segue em isolamento, apesar de não haver informações do hospital que o paciente está sendo avaliado.
“A Sesa monitora o isolamento do paciente e acompanha as análises dos exames e laudos laboratoriais para rastreio de variante por meio de vigilância genômica”, declarou mais cedo a secretaria em nota.







