
Equipe Focus
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A CPI da COVID vai buscar um novo alvo: o BNDES. De acordo com O Antagonista, o banco autorizou a soma de mais de R$ 153 milhões para o laboratório Apsen, do empresário Renato Spallici, no primeiro semestre do ano passado.
O montante, diz a reportagem, foi destinado à ampliação da capacidade produtiva de sua fábrica em São Paulo.
Foi no período que a Apsen adquiriu toneladas de matéria-prima para a fabricação da hidroxicloroquina.
Do total aprovado, apenas R$ 62 milhões foram liberados. A CPI vai investigar se os recursos foram usados ou não para a compra de sulfato de hidroxicloroquina.
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