Datafolha Governo Lula: índice bom/ótimo igual ao ruim/péssimo; Veja completa

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Governo Lula: estabilidade, mas com oscilações
Pesquisa Datafolha mostra que 35% dos brasileiros avaliam o governo Lula como “ótimo ou bom”, enquanto 34% avaliam “ruim ou péssimo”. Outros 29% dizem que a gestão é “regular segundo”, refletindo estabilidade ao final do ano, mas com leve oscilação negativa.

Por que é importante:
A pesquisa reflete um cenário de divisão e desgaste gradual, evidenciado pela queda na avaliação positiva e aumento na percepção negativa. O contexto econômico e político segue influenciando a confiança dos brasileiros.

Os números:

  • Ótimo ou bom: 35% (queda de 1 ponto em relação a outubro).
  • Regular: 29% (estável).
  • Ruim ou péssimo: 34% (aumento de 2 pontos).
  • Não conseguimos avaliar: 1% (queda de 1 ponto).

Tendência ao longo do tempo:

  • Dezembro de 2023: 38% de ótimo/bom; 30% ruim/péssimo.
  • Outubro de 2024: 36% de ótimo/bom; 32% ruim/péssimo.

Comparações históricas:

  • 2º mandato de Lula (2008): 70% avaliados como ótimo/bom, seu auge histórico.
  • 1º mandato (2004): 45% de avaliação positiva.
  • Jair Bolsonaro (2022): 37% de ótimo/bom; 32% ruim/péssimo (empate técnico com Lula).
  • Michel Temer (2018): Pior avaliação – 82% ruim/péssimo; 3% ótimo/bom.

O contexto:

  • Fatores positivos: Crescimento do PIB, queda do desemprego.
  • Fatores negativos: Alta de juros, inflação em alimentos e bebidas e insegurança sobre ajustes fiscais.
  • A proposta de isenção do Imposto de Renda até R$ 5 mil ainda tramita no Congresso, gerando expectativas.

Expectativas para o futuro:

  • Março de 2024: 46% acreditaram que o governo seria ótimo/bom.
  • Dezembro de 2024: Apenas 38% mantêm essa visão, enquanto 34% acham um governo ruim/péssimo (alta de 4 pontos).

Entre as linhas:
A pesquisa foi realizada entre os dias 12 e 13 de dezembro , com 2.002 entrevistas em 113 cidades . A margem de erro é de 2 pontos percentuais . O levantamento ocorreu enquanto Lula se recuperava de uma cirurgia, o que pode ter acrescentado nuances à percepção pública.

Vá mais fundo:
Com sinais mistos na economia e a polarização ainda evidente, o terceiro ano do mandato será crucial para reverter a tendência de desgaste e consolidar políticas que respondam às demandas do eleitorado.

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