
Por Fábio Campos
fabiocampos@focuspoder.com.br
Na vista ao Ceará, o presidente Jair Bolsonaro antecipou a disputa pelo Governo do Ceará e carimbou como “bolsonarista” a provável candidatura do deputado federal Capitão Wagner (Pros) em 2022.
“Nos acompanham aqui alguns deputados federais como o meu velho companheiro Capitão Wagner. Eu não acho, eu tenho certeza que assim como o Brasil tem um capitão, o Ceará terá brevemente um capitão também”, disse Bolsonaro.

Pois é. Hoje, a proximidade entre o Capitão e o presidente é ainda mais notória do que já era na eleição de 2020, para prefeito de Fortaleza. Naquele tempo, o deputado ainda disfarçava. Declarava-se independente. Agora, as palavras de Bolsonaros em Juazeiro e os últimos votos do Capitão na Câmara dos Deputados escancaram o relacionamento.
A propósito: a esposa de Wagner, Dayany Bittencourt, se filiou ao Republicanos. Deverá ser candidata a deputada federal. Obviamente, a ideia é herdar o eleitorado do marido, que projeta disputar o Governo. Casso assim seja, bem ao estilo já bastante antigo e difundido na política tradicional, prevalece a ideia é que tudo fique em casa.
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