Equipe Focus
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O fim do imposto sindical obrigatório, estrovenga varguista que durou até 2018, faz com que o sindicalismo busque reestruturações. Antes, era um bom negócio abrir um sindicato e criar uma casta sustentada pelo suado salário dos trabalhadores. Sem o dinheiro fácil e compulsório, as entidades passaram a enxugar suas burocracias, se desfizessem de sedes desnecessárias e, por fim praticassem fusões entre entidades representativas de categorias de um mesmo setor econômico.
“No Brasil há 16,6 mil sindicatos (11,2 mil de trabalhadores e os demais de empregadores), além de centrais, confederações e federações. Essas entidades ficavam com 90% da arrecadação do imposto sindical, que em 2017 foi de R$ 3,6 bilhões e, no ano passado, 80% menor”, relata reportagem do Estadão.
No fim das contas, uma entidade muito mais forte que suas subdivisões.







