
Equipe Focus
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O presidente eleito Lula (PT) planeja anunciar no próximo dia 13 de dezembro os futuros ministros de seu governo, que começa em 1º de janeiro. Para isso, segundo a equipe de transição, o petista já começou a traçar possíveis cenários entre os seus aliados.
De nomes cearenses, Lula procura dois de perfil mais técnico para áreas fundamentais. Nesse caso, a favorita para o Ministério da Educação é a governadora do Ceará, Izolda Cela (Sem Partido).
Entretanto, ao que tudo indica, essa nomeação depende de uma conversa com o ex-governador Camilo Santana (PT), eleito senador. O diálogo, no caso, poderá definir se Camilo ficará com o cargo, enquanto que Izolda ocupa outra vaga dentro da pasta.
Já sobre o PDT, sigla de seu opositor, Ciro Gomes, é possível que Carlos Lupi, o presidente da legenda, assuma o Ministério do Trabalho. Lupi, inclusive, já comandou a função em governos anteriores. Além dos pedetistas, tem o PSB, que conta com a possível escolha de Flávio Dino para ministro da Justiça e Segurança Pública.
Já os emedebistas esperam ocupar, no mínimo, três ministérios. São eles: um para a Câmara e outro para o Senado e um para a senadora Simone Tebet no Ministério do Desenvolvimento Social. Eles exigem isso como retribuição ao apoio decisivo no segundo turno. Aliados do presidente eleito, entretanto, rejeitam a tese e afirmam que o partido terá apenas dois.
Enquanto isso, o União deve ficar com um ministério, no caso, o do Desenvolvimento Regional ou de Minas e Energia. Outros, como o PP e Republicanos não serão convocados, dado que os dois apoiaram a reeleição do presidente Bolsonaro (PL) e enfatizaram que ficarão independentes. O PL, por consequência, já anunciou que será oposição.







