"Moro piscou e era maior que Bolsonaro. Hoje já não é tão maior", avalia analista

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Equipe Focus
focus@focuspoder.com.br
Filiado ao NOVO, seguido por milhares de pessoas no Facebook, Ricardo Rangem comentou o seguinte em sua página a respeito do fato de Sérgio Moro ter sido enquadrado por Bolsonaro no caso da nomeação de uma suplente  para o Conselhor Nacional de Segurança Pública e Defesa Social: “Moro atirou no que viu e acertou no que não viu”.
Vejam o teor: Renato Sérgio de Lima, em solidariedade a Ilona Szabó, renunciou a sua vaga no Conselho Nacional de Segurança Pública e Defesa Social. Renato é diretor do Fórum Nacional de Segurança Pública, que publica o Atlas da Violência e o Anuário da Violência (com o Ipea), instrumentos sem os quais é impossível entender o panorama da criminalidade no Brasil. Você sabe que o Brasil mata 62 mil pessoas por ano, por exemplo, porque o FNSP compila e tabula os dados da violência. “Ah, mas esse tal Renato deve ser de comunista também, não precisamos dele.”
Ainda na noite da última quinta-feira, 28, Rangel havia tocado em um ponto crucial: “Moro piscou. Disse sim quando precisava dizer não, quando poderia dizer não. Será bem mais difícil dizer não da próxima vez. Até ontem, Moro era muito maior do que Bolsonaro, e absolutamente indemissível. Hoje, já não é tão maior, já é um tanto mais demissível”
 

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