Saiba como votaram os deputados cearenses no texto-base da reforma tributária

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Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

A Câmara dos Deputados aprovou o projeto que regulamenta a reforma tributária com 336 votos favoráveis, 142 contrários e duas abstenções.

Dos 22 deputados federais cearenses, 21 participaram da votação do texto principal.

Yury do Paredão (MDB) foi o único cearense ausente na sessão.

Confira a lista e como os cearenses votaram:

Sim:

AJ Albuquerque (PP);

André Figueiredo (PDT);

Célio Studart (PSD);

Danilo Forte (União);

Domingos Neto (PSD);

Eduardo Bismarck (PDT);

Eunício Oliveira (MDB);

Fernanda Pessoa (UB);

Idilvan Alencar (PDT);

José Airton (PT);

José Guimarães (PT);

Júnior Mano (PL);

Luiz Gastão (PSD);

Luizianne Lins (PT);

Mauro Filho (PDT);

Moses Rodrigues (UB);

Robério Monteiro (PDT).

Não:

André Fernandes (PL);

Dayany Bittencourt (UB);

Dr. Jaziel (PL);

Matheus Noronha (PL).

O que disse os cearenses?

O deputado e líder do governo Lula, José Guimarães (PT), disse que “a reforma tributária aproxima as regras brasileiras das de países mais desenvolvidos e melhora o ambiente econômico para atrair mais investimentos”.

“É muito relevante para o país. Eu destaco pontos essenciais e aponto que estamos fazendo a melhor e mais avançada reforma do mundo moderno. Esse é o novo modelo. Estamos adotando esse modelo que cria dois impostos”, enfatizou.

“Portanto, unifica todo sistema tributário brasileiro, acaba com a guerra fiscal e isenta para sempre os produtos da cesta básica”, prometeu o cearense.

Já o deputado Danilo Forte (UB) enfatizou que “com a reforma, será possível simplificar impostos, promover justiça fiscal e estimular a economia”. Para o parlamentar, o novo modelo de tributação é crucial para o país, já que vai unificar tributos e reduzir a burocracia, “beneficiando o empreendedor e o consumidor”. 

Ao apresentar mais dados ao que foi pago, justificou que essa reforma representa o “fruto da vitória da conquista da LDO, acordada com o governo”. “Isso que nos dá autonomia”, explicou o deputado.

Em seguida, Mauro Filho (PDT) provocou, anunciado que tem acompanhado a discussão, mas que tem visto sinais de aumento de imposto. “As assessorias dos deputados precisam fazer curso de cálculo. Nenhum produto de pobre vai ter aumento de tributo”, começou o pedetista.

“Eu tomei conhecimento que alguns ricos estão ligando para não aprovar a reforma”, disparou. “E isso mostra a inversão de valores. Pondero os cálculos para que na realidade, de coração, os deputados que estão falando desse aumento mostrem para nós que aumento de imposto é esse. Ou então é conversa fiada mesmo. Vamos votar sim”, apontou.

Mauro Filho, Guimarães e Danilo Forte: o que dizem os deputados sobre a reforma tributária

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