Seguradoras desenvolvem produtos para atender o mercado de R$ 200 bi das favelas

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Seguro. Foto: Reprodução

No Brasil, aproximadamente 18 milhões de pessoas residem em favelas, o equivalente à população da Guatemala, espalhadas por 14 mil comunidades urbanas. Essas áreas possuem um PIB estimado em R$ 200 bilhões, o que atrai a atenção das empresas devido ao seu potencial de consumo, segundo a educadora financeira Aline Soaper.

Muitos moradores dessas comunidades possuem negócios, imóveis e veículos, e precisam de serviços de seguros. No entanto, a informação sobre esses serviços é limitada e não adaptada às suas realidades. Para atender a essa demanda, seguradoras estão desenvolvendo produtos específicos para esses públicos.

Renato Meirelles, CEO do Data Favela, revela que 71% dos trabalhadores nas favelas são autônomos e enfrentam incertezas diárias. Seguros de vida, acidentes e auxílio-funeral são essenciais para garantir a proteção e a continuidade dos negócios desses indivíduos.

A Favela Holding e a MAG Seguros recentemente anunciaram a criação da F Seguros, a primeira seguradora direcionada às comunidades de favelas. A iniciativa visa unir o conhecimento da Favela Holding sobre essas áreas à experiência da MAG Seguros no setor.

Helder Molina, CEO da MAG Seguros, destaca a importância de criar produtos financeiros adequados para a realidade dos moradores de favelas. A Cufa (Central Única das Favelas) será parceira na formação de corretores locais e na distribuição de produtos como seguro de vida e auxílio-funeral.

Além disso, a Mapfre lançou três seguros para pequenos empreendedores de favelas, em parceria com o G10 Favelas. Disponíveis a preços que variam de R$ 27,90 a R$ 197,90 por ano, esses seguros podem ser adquiridos por meio de uma plataforma digital. Gilson Rodrigues, presidente do G10 Favelas, destaca que essa iniciativa é crucial para integrar os moradores das favelas ao sistema financeiro e garantir proteção social.

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