Sem a CUT, centrais sindicais aderem à manifestação contra Bolsonaro

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Manifestação da Força Sindical, a segunda maior central de sindicalistas do País.

Equipe Focus
focus@focuspoder.com.br

Quatro das grandes centrais sindicais do Brasil decidiram aderir às manifestações pelo impeachment de Jair Bolsonaro. Os eventos estão marcados para o próximo 12 de setembro. Nesta quarta-feira, Força Sindical, UGT, CSB e Nova Central resolveram orientar seus filiados após os discursos do presidente no 7 de Setembro.

Braço do PT no sindicalismo, a CUT se mantém distante desse movimento. É a mesma posição do partido. A alegação é que a sigla não aceita compor palanques com grupos que apoiaram o impeachment de Dilma Rousseff.

Os atos do dia 12 começaram a ser puxados por movimentos ligados à direita liberal, mas estão ocorrendo adesões também no campo da esquerda. Veja aqui.

Cabeça da Força Sindical, Miguel Torres, só aceitou participar após os movimentos garantirem que a pauta principal do evento será o afastamento do presidente e não a tese de uma terceira via na disputa presidencial de 2022.

“É inquestionável que o objetivo do Presidente e de seus apoiadores é dividir a Nação, empurrar o país para a insegurança, o caos e a anarquia, resultado da reiterada incitação ao rompimento da legalidade institucional, do descumprimento dos preceitos contidos na nossa Constituição democrática”, diz o texto de uma nota assinada por assinado por Miguel Torres (Força), Ricardo Patah (UGT), Antonio Neto (CSB) e José Reginaldo Inácio (Nova Central).

“Seu único interesse é permanecer aferrado ao poder mesmo que isso signifique romper a legalidade democrática, visto que é cada vez mais evidente seu isolamento político e a perda de apoio popular, em suma, seu projeto de reeleição escorre entre os dedos”, aponta o texto numa menção a Bolsonaro.

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