
Equipe Focus
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Durante a 12ª edição do Energia em Pauta, promovido pela Fiec na semana passada, o diretor de Operação da Chesf, João Henrique Franklin, disse que a atual situação do sistema energético do Brasil poderia ser pior, não fosse a contribuição das fontes renováveis de energia. Franklin destacou que apenas a eólica já responde por 10% da matriz energética do País. E que esse percentual ainda está muito aquém do potencial a ser explorado. O Energia em Pauta teve como tema “A crise hídrica e as medidas para evitar o racionamento”.
Para o diretor de operação da Chesf, para o País sair da atual crise hídrica será preciso fazer uma gestão otimizada dos reservatórios e aumentar a utilização das termelétricas.
Para o coordenador do núcleo de energia da Fiec, Joaquim Rolim, uam das saídas para amenizar o problema energético brasileiro seria a contratação de leilões de reserva de energia eólica e solar, o que não ocorre há três anos. Rolim reforçou ainda a necessidade de estimular a Geração Distribuída (geração de energia pelo próprio consumidor por meio de placas solares fotovoltaicas, por exemplo) e incentivar o consumidor a reduzir o consumo de energia.
Já o diretor de Geração Centralizada do Sindienergia-CE, Luiz Eduardo Barbosa, destacou que o regime de chuvas tem mudado de forma significativa nos últimos 20 anos. Segundo ele, esse é um problema que deve permanecer na pauta do setor daqui para frente, pois não há previsão de aumento significativo no volume de chuvas.







