
Equipe Focus
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Diversas entidades que representam os caminhoneiros se reuniram neste sábado e deram ao presidente Jair Bolsonaro um prazo de 15 dias para que suas reivindicações sejam atendidas.
Se não tiverem retorno, haverá uma paralisação a partir do dia 1º de novembro.
No rol de demandas, está o cumprimento de um frete mínimo, a redução do preço do diesel e a revisão da política de preços da Petrobras.
No encontro realizado ontem, estiveram presentes o Conselho Nacional do Transporte Rodoviário de Cargas (CNTRC), a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Transportes e Logística (CNTTL) e a Associação Brasileira de Condutores de Veículos Automotores (Abrava). As entidades são ligadas aos caminhoneiros autônomos.
O presidente da CNTTL, Carlos Alberto Litti, declarou: “O Governo Bolsonaro teve o prazo de 3 anos para melhorar a vida do transportador autônomo e nada foi cumprido”, disse.
“Daremos mais 15 dias para que a nossa pauta, que é de conhecimento do ministro Tarcísio (da Infraestrutura) e do Governo Bolsonaro, seja aplicada de fato para os caminhoneiros”, destacou.







