
Equipe Focus
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Um grupo de pesquisadores da Malásia concluiu que o medicamento ivermectina não faz nada para impedir o avanço da doença.
É que mostra o estudo publicado na última sexta-feira, 18, pelo “Journal of the American Medical Association”.
A pesquisa confirma estudos anteriores sugerindo que a ivermectina não previne ou trata efetivamente a doença.
Para chegar ai resultado final, os cientistas deram a 241 pacientes de alto risco com COVID-19 leve ou moderada um tratamento de cinco dias com ivermectina oral durante a primeira semana da doença, mas descobriram que isso não reduziu o risco de doença grave em comparação com 249 pacientes semelhantes que não receberam a droga.
O estudo foi realizado em 20 hospitais públicos e um centro de quarentena para COVID-19 com pacientes de 50 anos ou mais que tinha comorbidades.
Os resultados mostraram que 21,6% dos pacientes do grupo que recebeu ivermectina evoluíram para doença grave, enquanto 17,3% dos pacientes do grupo controle acabaram ficando mais graves e “sem diferenças significativas” entre os grupos em relação aos demais desfechos.
O estudo reforçou as descobertas de ensaios clínicos de 2021 na Colômbia e na Argentina, que determinaram provisoriamente que a ivermectina não tem um efeito significativo nos sintomas ou nas taxas de hospitalização entre pessoas com Covid.







