D’Avila: dinheiro público ‘oligarquiza a política’

COMPARTILHE A NOTÍCIA

Foto: CLP/Divulgação

Equipe Focus
focus@focuspoder.com.br

O cientista político e pré-candidato à Presidência pelo partido Novo, Felipe d’Avila, afirmou, em entrevista ao Broadcast Político, sistema de notícias em tempo real do Grupo Estado, que a utilização do fundo eleitoral para financiar campanhas é “imoral” por retirar dinheiro do contribuinte. “Dá para fazer campanha muito mais barata com apoio das pessoas”, disse.

Na avaliação do presidenciável, o mecanismo de utilização de dinheiro público para bancar campanhas “oligarquiza a política”. “O dinheiro acaba indo para as campanhas que o presidente do partido quer eleger. Quem vai eleger os representes daqui para frente, se a gente continuar nessa toada, não é o povo, é o presidente do partido”, declarou.

Questionado sobre a possibilidade de devolução da verba aos cofres públicos, d’Avila afirmou que esse movimento não é permitido. “Não consegue devolver, temos na nossa conta o dinheiro parado. O Novo estava querendo utilizar a devolução desse dinheiro para atender emergências, como Petrópolis, e é vetado.”

Polarização

Para o pré-candidato do Novo, os nomes que poderiam quebrar a polarização entre Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e Jair Bolsonaro (PL) conquistarão votos quando mostrarem ao eleitor “projetos para tirar o País desse lamaçal”. Questionado sobre a possibilidade de abdicar da candidatura, d’Avila disse que, se houver um nome capaz de romper essa polarização, terá seu apoio.

 

Agência Brasil

COMPARTILHE A NOTÍCIA

PUBLICIDADE

Confira Também

Como Lula virou a eleição: AtlasIntel revela a mobilização histórica que derrotou Flávio Bolsonaro

O Real de Lula? Proposta de Lara Resende promete derrubar juros a 7,5% e enfrentar crise fiscal

O calmante do mercado tem nome: Geraldo Alckmin

André Fernandes, o bloquinho e a ilusão de conquistar Fortaleza dançando para convertidos

Lula: a vitória de um sobrevivente político diante de um Brasil que mudou

Extensão da votação abre caminho para judicialização do segundo turno; disputa pode chegar ao STF

As pesquisas apontam para Flávio, mas a urna ainda pode contrariar os números

Onde os fracos não têm vez: Datafolha mostra placar com Flávio com 47% e Lula 46%; Nos votos válidos, é 50 a 50

Atlas/Bloomberg: Flávio abre 2,2 pontos sobre Lula

O Brasil que não acabou: a escala 6×1 e a história das mudanças que prometiam o caos

Sócia da Fraport, Lufthansa compra metade da TAP e o Ceará pode ganhar uma nova ponte aérea com a Europa

Cláusula de barreira põe dois federais a mais no colo do PSB de Cid Gomes

MAIS LIDAS DO DIA

No data was found